Dia Internacional da Mulher

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Dia Internacional da Mulher

Domingo, 8 de março, é o Dia Internacional da Mulher.

Embora haja discordâncias em relação à origem da comemoração, o que se sabe é que a data é associada à luta das operárias que morreram carbonizadas nos incêndios ocorridos nas fábricas em Nova Iorque em março de 1857.

Graças ao nosso ramo de atuação, temos contato com um time inspirador de mulheres e suas incríveis histórias de vida.

São mais de 30 mulheres  que compartilham suas experiências em diversas áreas, seja do conhecimento técnico/científico/educacional ou do conhecimento de vida mesmo.

Mulheres que venceram a depressão, o bullying, a insegurança, a vida difícil de uma periferia, um acidente gravíssimo, a vergonha do próprio corpo, a desigualdade de gêneros.

Mulheres que não puseram um ponto final em suas histórias, mas que usaram tanto as dificuldades e os obstáculos quanto o talento e as oportunidades para crescer, superar, conquistar, seja o próprio negócio, o próprio livro, um cargo de destaque, um campeonato mundial, ou até mesmo o deserto do Atacama!

Essas mulheres, que são comuns como todas nós, compartilham conosco como conseguiram vencer com garra, determinação, força, inteligência, resiliência, flexibilidade, sutileza, competência.

E o fato de podermos contribuir para que essas histórias cheguem a várias outras mulheres (e homens também!) vai ao encontro ao nosso propósito de compartilhar conhecimento.

A ideia não é mostrar que somos iguais ou diferentes. Todos somos únicos, somos gente. Gente surpreendente!

Parabéns, mulher! Hoje, no dia 8, em todos os dias!

Mulheres extraordinariamente comuns

“Minha filha cresceu com essa minha realidade. Comecei o projeto do Planeta Extremo quando ela tinha 10 meses. Houve momentos difíceis de ausência. Perdi coisas da vida dela que não vou recuperar mais, como não ter ido à primeira apresentação de balé. Por outro lado, estava mostrando como se luta por algo que se quer. Ela entendeu isso e viu como o trabalho me traz felicidade.”

(Carol Barcellos – jornalista, autora do livro “Quebrando os Limites” e fundadora do Projeto Destemidas)


 

“A grande barreira da minha profissão é lidar diariamente com o preconceito que se mostra de forma velada ou explícita, pela internet ou pessoalmente. Por isso mesmo, me empenho em produzir conteúdo para internet para acabar com a ideia do emprego “sem valor” e nos posicionar como profissionais que merecem respeito e visibilidade.”

(Veronica Oliveira – empreendedora, criadora do Faxina Boa, se tornou a primeira faxineira produtora de conteúdo para redes sociais, gerando uma nova visão sobre o trabalho doméstico)


 

“Fui mãe digital desde o início. Explico: meu filho já fez xixi de chafariz em relatório impresso em formulário matricial enquanto eu trocava sua fralda. Já dei curso de Lotus 123 para engenheiros enquanto o meu peito vazava leite por cima da blusa. Sem grandes alardes eu dizia: “Bom, todo mundo aqui tem mãe, né? Faz parte da vida”. Pois é, vida, cada vez mais híbrida de bits e átomos. Cíbrida.”

(Martha Gabriel – escritora, consultora e palestrante nas áreas de marketing digital, inovação e educação. Autora de seis livros, incluindo o best-seller “Marketing na Era Digital”, e “Educ@r: a (r)evolução digital na educação”, finalista do Prêmio Jabuti 2014. Palestrante de cinco TEDx, keynote speaker internacional, com mais de 70 palestras no exterior, e premiada três vezes como melhor palestrante em congressos nos Estados Unidos)


 

Quantas oportunidades você perdeu na sua vida por vergonha do seu corpo? De que forma o alimento se transformou em um inimigo social, gerador de ansiedades, angústias e culpas? Quem é você sem o ódio a si mesma? Nunca se esqueça de que não há motivos para você sentir vergonha do seu corpo nem da pessoa que você é. Quando realmente compreender isso, no fundo do seu coração, você vai conquistar as coisas que deixou de buscar por não se sentir adequada.

(Daiana Garbin – jornalista, deixou a carreira bem-sucedida em uma grande emissora para começar um projeto que era seu grande sonho. Sofreu com distúrbios alimentares por muitos anos, e hoje é parte importante no processo de autoaceitação de muitas mulheres e homens).


 

Minha mãe morreu quando eu estava grávida. Não vivi o luto. Apesar de ter perdido meu pilar, eu me tornei um leoa Foi a morte dela que me tornou a fortaleza que eu sou hoje.

(Glenda Kozlowski – jornalista, narradora e apresentadora).


 

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