Despejado e Despojado: consegue distinguir?

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Despejado e Despojado: consegue distinguir?

Despejado e Despojado: consegue distinguir?

Você é adepto a mudanças? Ou você é do time que tem medo de mudar? Eu
mesma já mudei 19 vezes de casa e estou para me mudar novamente. E olha
que nenhuma dessas mudanças foi porque fui despejada, mas sim despojada.
Acredito que para lidar bem com as mudanças é necessário ser uma pessoa
despojada. O significado do adjetivo despojado refere-se a ser, nesse contexto,
uma pessoa simples; sem enfeites e ornamentos; alguém desprendido;
despido, cujo a adorno e cobertura lhe foram retirados. Você se identifica? Já
se sentiu assim?

Nós seres humanos temos uma certa resistência a mudanças e isso é algo
natural, já que a mudança exige que a gente saia da nossa zona de conforto.
Nos limitamos tanto a estar dentro de uma caixinha, que em pleno século XXI,
tem gente que ainda não quer abri-la. Mas, vamos analisar o que pode nos
impedir de mudar? Talvez, seja o excesso de incertezas? O medo do
desconhecido? A insegurança? Falta de boas informações? O medo de
desapegar? Falta de compaixão? Falta de recursos? A pandemia? O futuro?
Enfim, poderia continuar aqui até amanhã te enumerando vários
questionamentos. E até que ponto é bom sermos resistentes a mudanças? Ou
melhor dizendo, será que em algum ponto isso é bom?

A mudança deve ser um processo com início, meio e fim. Não adianta querer
pular as etapas. Portanto, é importante que tenhamos sempre um objetivo
claro como foco. Pense em uma bússola que nos aponta a direção: precisamos
de um Norte. Seja a mudança de casa, apartamento, mudança pessoal ou
profissional. Focarmos neste objetivo é essencial, porque assim nós não
perdemos tempo pensando no que ficará para trás. No jogo da vida é
necessário mudarmos nossa estratégia, em determinados casos, para conseguir
vencer a partida e começar uma nova fase. E lhe pergunto: Que fase você está
agora? Como estão as suas estratégias? Como está seu foco? Se sente perdido
e sem direção?

Muitas das vezes culpamos o outro por situações e experiências pela qual
estamos passando sem perceber que nós somos os responsáveis por onde
queremos chegar. A escolha do destino final tem que partir de uma tomada de
decisão. Não podemos frisar apenas na eficiência que teremos que apresentar
logo de início. Adquirir autoconfiança requer tempo, respeite seu processo de
maturação. Não seja reativo com a diversidade, seja criativo. Enquanto você
está perdendo, você está no jogo. Mas quando você ganha: GAMER OVER! O
jogo acabou. Ainda estamos no jogo da vida. Ainda estamos no jogo do Covid
19 e vamos passar de fase. Se realizarmos o exercício de ser a mudança que
desejamos ver no mundo, podemos mostrar que somos capazes de ultrapassar
barreiras inimagináveis. Despojados, desapegados, despidos e avante!

https://palestrarte.com.br/nossos-palestrantes/leila-navarro/
Palestrante Internacional com foco em Comportamento e Motivação |
Empresária | Startuper | Escritora | Mentora | Conferencista

 

 

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